sábado, 29 de novembro de 2014


Acho tarde, acho cedo...
Aqui nunca cabe muito tempo...
É.. faz tempo...
Faz quanto tempo que falamos de tempo?

domingo, 16 de novembro de 2014

sábado, 8 de novembro de 2014

Volátil

Perdi as contas de quantos cigarros fumei.
Quantas cervejas bebi, ou quantos porres levei...
Ih...levei pra casa!
Não me lembro quantos noites acordei, ou quantas deixei de dormir...
Das palavras que não disse, das quais eu disse, ou da língua que mordi.

Consigo contar nos dedos da mão, do pé e da vizinhança inteira,
o pôr do sol que deixei de assistir, das festas que deixei de dançar,
das pessoas que deixar de acreditar...

Ainda resta tempo pra perder, pra aprender o que ainda resta... do que interessa...


I-r-o-n-ia...

Ah, foi fraqueza,
Foi carência,
Foi sem pensar...
É passado!
Aceite meu penar...

Eu não disse nada,
Eu nuca sei de nada...
Vamos esquecer...

Ó, esqueci!
Passou...
Vamos nos casar?!
Aquilo que aconteceu, está lá...
No coração dela.

domingo, 2 de novembro de 2014

Porta sem saída...

Que chave você escolheu, que ao abrir a porta, desapareceu...
Por qual porta você fugiu?
Qual porta você entrou?
O que te fez ir, antes do sol nascer?

O que te fez mudar de plano,
Lutar nos últimos minutos,
Ter se enganado com o próprio engano?




Portas abertas

Lá fora existe paredes invisíveis, que a liberta não pode atravessar...
Parece tarde demais para não acreditar...

Se você olhar no fundo do mundo,
Aqueles mesmos olhos  que te viram nascer,estarão olhando para você....

As borboletas voam com a leveza da alma que não deixa transparecer...
Descobrir que um dia tudo isto acaba, faz a beleza de um dia triste florescer...

As portas estão abertas, não se pode esperar o que virá...

Depois de abertas os medos vão fugir,
A sua escolha prevalecerá...